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A ubiquidade da APS na Saúde Suplementar Brasileira

Por: Erno Harzheim, médico de família, Gestor de APS na Salute.
Todos os dias vemos novidades relacionadas à Atenção Primária à Saúde (APS) no setor da Saúde Suplementar e privada brasileira. Hospitais tradicionais, grandes operadoras, novas health techs, start ups da área da saúde, cooperativas e clínicas médicas lançam diariamente produtos e serviços relacionados a APS. Mas, de qual Atenção Primária estamos falando? Há mais de uma APS?
Atenção Primária à Saúde é uma forma de organizar a assistência à saúde a partir do trabalho de uma equipe multidisciplinar liderada por um médico de família que oferta amplo acesso às pessoas a uma carteira ampla de ações em saúde, por meio de uma relação de confiança contínua ao longo do tempo no qual a trajetória clínica dos pacientes é fortemente coordenada em busca de uma advocacy da saúde das pessoas e da sustentabilidade do setor.
Atenção Primária não é um termo polissêmico. Polissêmica, infelizmente,  é a forma de interpretação da APS em nosso país. Isto significa que há um só jeito, uma só forma de ofertar serviços de Atenção Primária? Não, há múltiplas maneiras. A organização do acesso, das agendas, a composição das equipes, a carteira de serviços, as estratégias de coordenação assistencial, o uso de tecnologias, todos esses e muitos outros componentes da APS podem e devem variar de acordo com a necessidade das pessoas e modelo de negócio de cada instituição. Mas, se os quatro atributos essenciais da APS não estão presentes, não haverá APS.
Nós, da Salute, defendemos a organização do cuidado em saúde das pessoas de acordo com a figura abaixo. Ter as pessoas no centro do cuidado, abraçadas por uma APS Forte com intenso uso de tecnologias digitais e assistenciais onde as pessoas acessam a atenção especializada e hospitalar por meio de mecanismos de regulação clínica que assegurem que as pessoas farão os procedimentos certos, no lugar certo no momento certo. 

Fonte: Adaptado de Harzheim et al. Telessaúde como eixo organizacional dos sistemas universais de saúde do século XXI. Rev Bras Med Fam Comunidade. 2019;14(41):1881.

Outras formas de ofertar APS existem. E são muito bem-vindas! Quanto maior a ubiquidade da APS no setor da Saúde Suplementar e na saúde privada, mais qualidade no cuidado em saúde teremos e maior sustentabilidade terão os serviços e empresas. Que a Revolução da Saúde Suplementar passe estritamente pela APS e pelas novas tecnologias. As pessoas e sua saúde agradecerão!  

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