Quais Vacinas meu Filho Deve Tomar? Alguma das Vacinas Pode Fazer Mal?
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Quais Vacinas meu Filho Deve Tomar? Alguma das Vacinas Pode Fazer Mal?

Quais Vacinas meu Filho Deve Tomar? Alguma das Vacinas Pode Fazer Mal?

Quais Vacinas meu Filho Deve Tomar? Alguma das Vacinas Pode Fazer Mal?

Quando o assunto é vacinas, é natural que os pais fiquem atentos, curiosos e até um pouco apreensivos. Afinal, ninguém quer ver o filho doente — e, ao mesmo tempo, é comum surgir a dúvida sobre quais vacinas meu filho deve tomar e se alguma reação de vacina pode causar preocupação. As vacinas são uma das maiores conquistas da medicina moderna. Elas protegem não apenas as crianças, mas também toda a comunidade, evitando que doenças graves voltem a circular.

Por isso, compreender quais vacinas seu filho deve tomar em cada fase é um passo essencial para garantir uma infância saudável, protegida e cheia de energia.

Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post sobre “Quais Vacinas meu Filho Deve Tomar? Alguma das Vacinas Pode Fazer Mal?”:

1. Quais vacinas meu filho deve tomar em cada fase da infância

2. Por que é importante seguir o calendário de vacinas infantis do Ministério da Saúde

3. As vacinas podem causar alguma reação em bebês e crianças

4. Quais são as reações mais comuns após a aplicação de vacinas infantis

5. Quando devo me preocupar com a reação de uma vacina e procurar um médico

6. Posso aplicar várias vacinas no mesmo dia sem causar mal ao meu filho

7. Quais vacinas são obrigatórias antes de entrar na escola ou creche

8. Conclusão

Se você tem dúvidas sobre vacinas, suas possíveis reações de vacina ou quer entender quais vacinas meu filho deve tomar em cada fase, continue a leitura deste conteúdo completo da Clínica Salute. Aqui, você vai encontrar respostas claras, explicações confiáveis e orientações práticas para proteger a saúde do seu filho com segurança e tranquilidade.

Acompanhe o post até o final e descubra tudo o que você precisa saber sobre vacinas infantis!

1. Quais vacinas meu filho deve tomar em cada fase da infância?

Saber quais vacinas meu filho deve tomar é uma das maiores dúvidas dos pais, principalmente nos primeiros anos de vida.

 As vacinas são aliadas essenciais para proteger o organismo das crianças, fortalecendo o sistema imunológico e evitando doenças que podem causar complicações graves, como meningite, sarampo, poliomielite e coqueluche.

Na Clínica Salute, acreditamos que cuidar da saúde é um gesto de amor — e isso começa com a prevenção. Por isso, nossos profissionais explicam com atenção quais vacinas seu filho deve tomar em cada fase da infância, acompanhando cada etapa com segurança e acolhimento.

As vacinas devem ser aplicadas conforme o calendário do Ministério da Saúde, que define as doses ideais para cada faixa etária. Abaixo, você confere de forma prática quais vacinas seu filho deve tomar e a importância de cada uma delas.

Desde o nascimento

● BCG: protege contra as formas graves de tuberculose.

● Hepatite B: aplicada ainda na maternidade, previne a infecção pelo vírus que causa inflamação no fígado.

Essas vacinas são as primeiras defesas do bebê e garantem proteção logo nos primeiros dias de vida.

Aos 2 meses

● Pentavalente: combina proteção contra cinco doenças (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo B).

● Poliomielite (VIP): evita a paralisia infantil.

● Rotavírus: reduz o risco de diarreias graves e desidratação.

● Pneumocócica 10V: protege contra pneumonia, meningite e otite.

Essas vacinas fortalecem o sistema imunológico em um momento em que o bebê ainda é muito vulnerável a infecções.

Aos 3 e 4 meses

● São realizadas doses de reforço das vacinas anteriores, fundamentais para ampliar e prolongar a imunidade.

● É importante manter o intervalo correto entre as aplicações — e, se houver atraso, procurar orientação médica para atualizar o esquema vacinal.

Aos 6 meses

● Pentavalente (reforço) e Poliomielite (VIP) continuam sendo aplicadas.

● A vacina contra gripe (Influenza) também pode ser indicada, principalmente em períodos de maior circulação do vírus.

Essas vacinas ajudam a manter o corpo protegido contra doenças respiratórias e infecções mais comuns na infância.

Aos 12 meses

● Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola): protege contra três doenças contagiosas e potencialmente graves.

● Meningocócica C: previne meningite e sepse bacteriana.

● Pneumocócica 10V (reforço): fortalece ainda mais a imunidade adquirida nas doses anteriores.

Manter essas vacinas em dia é essencial antes do contato com outras crianças, especialmente na escola ou creche.

Aos 15 meses

● DTP (difteria, tétano e coqueluche) e Poliomielite (VOP): reforços para manter a proteção por mais tempo.

● Hepatite A: previne infecções causadas por alimentos ou água contaminada.

● Tetra viral: amplia a proteção contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora.

Essas vacinas fecham o ciclo inicial de imunização infantil e garantem segurança nas próximas fases da vida.

2. Por que é importante seguir o calendário de vacinas infantis do Ministério da Saúde?

Seguir corretamente o calendário de vacinas infantis é uma das atitudes mais importantes que os pais podem ter para proteger seus filhos e toda a comunidade.

As vacinas foram criadas para estimular o sistema imunológico e ensinar o corpo a se defender de vírus e bactérias que causam doenças graves. Quando aplicadas nas idades certas, garantem que a proteção seja completa e eficaz.

Muitos pais ainda têm dúvidas sobre quais vacinas meu filho deve tomar e se é mesmo necessário seguir as datas indicadas. A resposta é simples: sim, é fundamental. O calendário foi elaborado por especialistas que estudaram o desenvolvimento infantil e o momento exato em que cada vacina oferece o máximo de benefício com o mínimo de risco de reação de vacina.

Seguir o calendário de vacinas significa proteger no tempo certo

Cada fase da infância representa uma janela importante para fortalecer a imunidade. Quando o bebê recebe as vacinas dentro dos prazos corretos:

● O corpo aprende a se defender antes de entrar em contato com vírus e bactérias perigosos;

● A proteção é reforçada de forma gradual e segura;

● Reduz-se o risco de surtos e o reaparecimento de doenças que já estavam controladas.

Essas vacinas formam uma espécie de escudo invisível que protege não só o seu filho, mas também outras crianças ao redor. Isso é o que chamamos de imunidade coletiva, e ela só funciona se o calendário for seguido por todos.

O que acontece quando o calendário de vacinas é atrasado?

Atrasar uma vacina significa deixar o organismo vulnerável.

Mesmo um pequeno intervalo fora do prazo pode reduzir a eficácia das doses, comprometendo o sistema de defesa da criança. Além disso:

● A imunidade pode demorar mais para se consolidar;

● O risco de contaminação por doenças como sarampo, meningite ou coqueluche aumenta;

● O reforço de algumas vacinas pode precisar ser refeito, prolongando o processo.

Na Clínica Salute, os pais recebem todo o suporte para acompanhar o calendário de vacinas, evitando esquecimentos e garantindo que o esquema vacinal seja cumprido com segurança.

Benefícios de manter as vacinas em dia

Cumprir o calendário é uma forma de cuidar não só da saúde física, mas também da tranquilidade emocional dos pais. Quando a carteira de vacinas está atualizada:

● Você tem a certeza de que está fazendo tudo o que é possível para proteger o seu filho;

● As consultas de rotina ficam mais simples, já que o pediatra tem um histórico completo;

● Diminui-se a chance de doenças contagiosas se espalharem em creches, escolas e comunidades.

As vacinas são seguras, testadas e distribuídas gratuitamente em todo o Brasil — e na Clínica Salute você encontra a mesma qualidade, com atendimento humanizado e acompanhamento atento a qualquer reação de vacina, caso ela ocorra.

3. As vacinas podem causar alguma reação em bebês e crianças?

Essa é uma dúvida muito comum entre os pais: será que as vacinas podem causar algum tipo de mal-estar?

A resposta é sim — mas de forma leve, passageira e totalmente normal. As vacinas são desenvolvidas com rigor científico e passam por diversas etapas de segurança antes de chegar à população. Elas não causam doenças, mas podem provocar pequenas reações de vacina, que indicam que o sistema imunológico está trabalhando para criar a proteção desejada.

Na Clínica Salute, sempre explicamos aos pais o que esperar após a aplicação das vacinas, para que se sintam tranquilos e preparados. Saber o que é uma reação de vacina normal ajuda a diferenciar sintomas leves daqueles que exigem observação médica.

Por que acontecem as reações de vacina?

As reações de vacina são uma resposta natural do corpo ao contato com substâncias que estimulam a produção de anticorpos.

 Isso significa que o organismo está aprendendo a reconhecer e combater o agente causador da doença sem ficar doente.

Em outras palavras: As vacinas “ensinam” o corpo a se defender. E, enquanto esse aprendizado acontece, é comum surgirem alguns sinais temporários — que passam sozinhos em pouco tempo.

Reações de vacina mais comuns em bebês e crianças

Após a aplicação de uma vacina, o seu filho pode apresentar pequenas alterações de comportamento ou desconfortos físicos. Esses sintomas são considerados leves e não devem ser motivo de preocupação. Veja os mais comuns:

● Febre baixa: pode aparecer entre 6 e 24 horas após a vacina;

● Dor ou vermelhidão no local da aplicação: o corpinho reage à injeção e cria uma pequena inflamação local;

● Irritação e sonolência: o bebê pode ficar mais quieto ou manhoso por um dia;

● Inchaço leve: principalmente nas vacinas aplicadas na coxa ou no braço;

● Perda de apetite passageira: em função do desconforto momentâneo.

Essas reações de vacina costumam desaparecer entre 24 e 48 horas. Um banho morno, compressas frias e muito carinho geralmente ajudam bastante na recuperação.

Se houver febre, o médico pode orientar o uso de um antitérmico leve.

Quando procurar orientação médica

Apesar de raras, algumas reações de vacina podem ser mais intensas e merecem acompanhamento. É importante procurar atendimento se o bebê apresentar:

● Febre acima de 39°C que não baixa;

● Vermelhidão intensa ou secreção no local da injeção;

● Choro contínuo por mais de três horas;

● Sonolência excessiva ou falta de apetite por vários dias.

Nesses casos, o ideal é buscar avaliação médica para descartar outras causas e garantir que tudo está bem.

Na Clínica Salute, nossos profissionais estão disponíveis todos os dias — inclusive em feriados — para oferecer suporte rápido, seguro e acolhedor em qualquer situação.

4. Quais são as reações mais comuns após a aplicação de vacinas infantis?

Depois de aplicar as vacinas, é normal que alguns pais fiquem atentos ao comportamento do bebê — afinal, ninguém gosta de ver o pequeno incomodado.

A boa notícia é que a maioria das reações de vacina é leve, temporária e totalmente esperada. Elas fazem parte do processo natural de defesa do organismo, indicando que o corpo está reagindo à vacina e criando imunidade contra doenças perigosas.

Na Clínica Salute, sempre reforçamos que as vacinas são seguras e que as reações mais comuns não devem ser motivo de preocupação. Saber o que é esperado ajuda os pais a agir com tranquilidade e segurança após cada dose.

Reações de vacina leves e comuns

Logo após a aplicação de uma vacina, o corpo da criança começa a trabalhar para produzir anticorpos. Durante esse processo, algumas reações de vacina podem surgir e são consideradas normais pelos pediatras:

● Febre baixa (até 38°C): pode aparecer entre 6 e 24 horas depois da aplicação. É um dos sinais de que o sistema imunológico está ativo.

● Vermelhidão e dor no local da injeção: o braço ou a coxa da criança podem ficar sensíveis por um ou dois dias.

● Inchaço leve: o pequeno pode sentir um pequeno nódulo no local da vacina, que desaparece com o tempo.

● Irritabilidade ou sonolência: o corpo está em processo de adaptação, e a criança pode ficar mais quieta ou manhosa.

● Perda de apetite momentânea: o desconforto passageiro pode reduzir o interesse na alimentação, mas volta rapidamente ao normal.

Essas reações de vacina não atrapalham o desenvolvimento da criança e geralmente desaparecem entre 24 e 48 horas.

Dica da Salute: para aliviar o incômodo, aplique compressas frias no local da injeção, ofereça bastante líquido e garanta o descanso do pequeno. Caso o pediatra recomende, um antitérmico leve pode ser usado para controlar a febre.

Reações específicas de algumas vacinas

Algumas vacinas causam reações mais típicas, e conhecer cada uma delas ajuda os pais a agir com segurança:

● BCG: forma uma pequena ferida no braço, que pode evoluir para uma casquinha. É o sinal de que a vacina funcionou — e a cicatriz é normal.

● Tríplice viral: pode provocar febre e pequenas manchas vermelhas entre o 5º e o 12º dia após a aplicação.

● Pentavalente: pode gerar febre leve e um pouco de dor muscular.

● Poliomielite oral (gotinha): pode causar irritação leve ou aumento temporário das evacuações.

Essas reações de vacina variam conforme a sensibilidade de cada criança, mas são autolimitadas, ou seja, desaparecem naturalmente.

Quando observar com mais atenção

Em raras situações, uma reação de vacina pode ser mais forte e exigir avaliação médica.

Procure atendimento se o seu filho apresentar:

● Febre acima de 39°C;

● Vermelhidão extensa, secreção ou endurecimento no local da vacina;

● Choro intenso por mais de 3 horas seguidas;

● Sonolência excessiva ou sinais de mal-estar persistente.

Na Clínica Salute, nossas equipes estão preparadas para orientar e atender com agilidade caso alguma reação de vacina precise ser avaliada. O acompanhamento é feito com cuidado e acolhimento, para garantir tranquilidade a toda a família.

5. Quando devo me preocupar com a reação de uma vacina e procurar um médico?

As vacinas são extremamente seguras e, na grande maioria dos casos, causam apenas reações leves e temporárias, como febre baixa, sonolência ou um pequeno inchaço no local da aplicação.

Essas respostas são esperadas e indicam que o corpo está reagindo de forma positiva — criando anticorpos e fortalecendo a imunidade.

Mas é natural que os pais fiquem atentos. Afinal, toda família quer garantir o bem-estar do pequeno. Então, surge a dúvida: quando uma reação de vacina merece atenção médica?

Na Clínica Salute, orientamos que os pais observem com carinho o comportamento da criança após a aplicação das vacinas, pois alguns sinais indicam que é hora de conversar com um profissional de saúde.

Reações de vacina que exigem observação médica

Embora raras, algumas reações de vacina podem ser mais intensas do que o esperado.

Procure o médico se o seu filho apresentar:

● Febre alta (acima de 39°C): febres persistentes ou que não melhoram com antitérmico devem ser avaliadas.

● Vermelhidão intensa, calor ou secreção no local da aplicação: pode indicar inflamação localizada.

● Choro inconsolável por mais de 3 horas: o choro contínuo pode ser sinal de dor significativa ou desconforto exagerado.

● Convulsões ou desmaios: são extremamente raros, mas requerem atendimento imediato.

● Letargia ou sonolência excessiva: quando o bebê dorme demais ou apresenta fraqueza anormal.

● Reações alérgicas: como inchaço no rosto, dificuldade para respirar ou manchas espalhadas pelo corpo.

Essas situações não significam que as vacinas sejam perigosas, mas que o organismo precisa de um olhar médico para garantir que tudo está dentro do esperado.

Reações leves de vacina: o que é normal

Por outro lado, é importante saber identificar as reações de vacina consideradas comuns e que não exigem preocupação.

São elas:

● Febre baixa (até 38°C) que melhora sozinha;

● Irritação leve e sonolência;

● Inchaço discreto no local da injeção;

● Perda de apetite momentânea.

Essas reações passam em até 48 horas e podem ser amenizadas com compressas frias, hidratação, repouso e, se necessário, antitérmico sob orientação médica.

A importância de vacinar com segurança

Aplicar as vacinas em locais confiáveis é essencial para minimizar qualquer risco.

Na Clínica Salute, o cuidado começa antes da aplicação — nossos profissionais verificam o histórico de quais vacinas meu filho deve tomar, analisam possíveis alergias e acompanham o paciente após a vacinação, orientando sobre como lidar com eventuais reações de vacina.

6. Posso aplicar várias vacinas no mesmo dia sem causar mal ao meu filho?

Essa é uma dúvida muito comum entre pais que acompanham de perto quais vacinas meu filho deve tomar. Com tantas doses no calendário infantil, é natural se perguntar se o organismo da criança aguenta receber várias vacinas no mesmo dia.

A boa notícia é que sim — é totalmente seguro aplicar mais de uma vacina no mesmo dia, desde que o procedimento seja feito com orientação e técnica adequadas.

As vacinas são estudadas e testadas para serem administradas juntas quando necessário, sem sobrecarregar o sistema imunológico da criança.

O corpo humano tem uma capacidade incrível de responder a diferentes estímulos ao mesmo tempo — e, por isso, aplicar múltiplas vacinas não enfraquece o organismo, nem aumenta o risco de reação de vacina grave.

Por que é seguro aplicar várias vacinas no mesmo dia?

Cada vacina contém apenas fragmentos ou versões inativas de vírus e bactérias, o suficiente para ensinar o corpo a se proteger sem causar a doença.

Quando aplicadas juntas, elas não interferem entre si — pelo contrário, ajudam a acelerar a proteção contra várias doenças de uma só vez.

Vantagens de aplicar várias vacinas no mesmo dia:

● Maior proteção em menos tempo: o bebê fica imune mais rapidamente.

● Menos idas à Unidade Básica de Saúde: reduz o número de visitas e de injeções em dias diferentes.

● Cumprimento do calendário vacinal: evita atrasos nas doses e reforços.

● Praticidade para os pais: facilita o acompanhamento e o controle de quais vacinas o filho já tomou.

Esses benefícios mostram que, além de seguro, aplicar várias vacinas no mesmo dia é uma escolha inteligente e prática para manter a imunização em dia.

Reações de vacina: o que pode acontecer

Mesmo com várias vacinas aplicadas juntas, as reações de vacina continuam sendo leves e passageiras.

Em alguns casos, o bebê pode apresentar:

● Febre baixa nas primeiras 24 horas;

● Irritação leve ou sonolência;

● Sensibilidade no local das injeções;

● Pequeno inchaço ou vermelhidão.

Essas reações de vacina não são sinais de problema — são o resultado do sistema imunológico agindo como deveria.

Se o desconforto for maior do que o esperado, o médico pode indicar medidas simples, como compressas frias ou medicação leve.

A importância do acompanhamento profissional

Mesmo sendo seguro, é fundamental que a aplicação de vacinas seja feita em locais que sigam todos os protocolos de segurança e conservação.

Nossos especialistas analisam o histórico de quais vacinas seu filho deve tomar, verificam possíveis intervalos entre as doses e explicam tudo sobre eventuais reações de vacina, para que os pais se sintam confiantes e informados.

7. Quais vacinas são obrigatórias antes de entrar na escola ou creche?

Quando chega o momento de matricular o filho na escola ou na creche, muitos pais se deparam com um pedido comum: apresentar a carteira de vacinação atualizada.

Essa exigência não é apenas burocrática — ela existe para proteger todas as crianças e garantir que o ambiente escolar seja seguro e livre de doenças evitáveis.

Por isso, entender quais vacinas meu filho deve tomar antes de começar na escola é fundamental.

Essas vacinas são definidas pelo Ministério da Saúde e fazem parte do calendário básico de imunização infantil, obrigatório em todo o Brasil.

Na Clínica Salute, orientamos os pais sobre cada uma dessas vacinas, explicando sua importância, possíveis reações de vacina e como manter o esquema vacinal em dia, sem complicações.

Vacinas obrigatórias antes da entrada na escola

As vacinas obrigatórias variam conforme a faixa etária, mas, de forma geral, incluem todas as doses essenciais que protegem contra doenças contagiosas e que se espalham facilmente em ambientes com muitas crianças.

Principais vacinas exigidas:

● BCG: aplicada ao nascer, protege contra formas graves de tuberculose.

● Hepatite B: protege contra o vírus que causa inflamação no fígado.

● Poliomielite (VIP e VOP): previne a paralisia infantil, uma das doenças mais temidas do passado.

● Pentavalente (DTP/Hib/Hepatite B): combate difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo B.

● Pneumocócica: previne pneumonia, meningite e otite.

● Meningocócica C: protege contra a meningite bacteriana.

● Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola): indispensável antes de ingressar na escola.

● Tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e catapora): geralmente aplicada aos 15 meses.

● Hepatite A: protege contra infecções transmitidas por alimentos e água contaminada.

Essas vacinas são exigidas tanto nas escolas públicas quanto nas particulares, e os responsáveis precisam apresentar o comprovante atualizado no ato da matrícula.

Por que a carteira de vacinação é obrigatória?

A exigência da carteira de vacinação não é um simples documento: ela é uma garantia de segurança coletiva.

Quando todas as crianças estão com as vacinas em dia, diminui-se drasticamente a chance de surtos em ambientes fechados, protegendo também os colegas que, por motivos de saúde, ainda não puderam se vacinar.

Além disso:

● A vacinação em dia evita a propagação de doenças contagiosas;

● Reforça o compromisso da escola com a saúde pública;

● Reduz o número de faltas por doenças preveníveis;

● Garante um ambiente mais saudável para alunos e professores.

Seguir o calendário e manter a carteira atualizada é, portanto, uma responsabilidade compartilhada entre pais, escolas e profissionais de saúde.

8. Conclusão

Cuidar da saúde do seu filho é um gesto de amor diário — e manter as vacinas em dia faz parte disso. Neste blog post, você leu tudo que precisa saber sobre “Quais Vacinas meu Filho Deve Tomar? Alguma das Vacinas Pode Fazer Mal?”.

Falamos sobre quais vacinas meu filho deve tomar em cada fase da infância, a importância de seguir o calendário de vacinas, as reações de vacina mais comuns, quando buscar atendimento, a segurança das aplicações combinadas e as vacinas obrigatórias antes da escola ou creche. Continue acompanhando o blog da Clínica Salute para mais informações e dicas de saúde para toda a família.

Conteúdo desenvolvido pela Clínica Salute.

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