Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta?
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Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta?

Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta?

Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta?

As amígdalas têm um papel importante na defesa do organismo, especialmente na infância. Elas ajudam a proteger o corpo contra vírus e bactérias que entram pela boca e pelo nariz. No entanto, quando há infecções na garganta frequentes, essas estruturas podem se tornar mais prejudiciais do que benéficas. Nesse momento, muitos pais se perguntam: “será que é hora de operar as amígdalas?”

O tema operar amígdalas desperta muitas dúvidas e receios, principalmente entre famílias que já passaram por várias crises de infecções na garganta. Por isso, entender quando é realmente necessário operar as amígdalas, como é o procedimento e o que esperar da recuperação é essencial para tomar uma decisão segura e consciente.

Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post sobre “Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta”:

1. Quando é realmente necessário operar as amígdalas de uma criança com infecções na garganta frequentes

2. Quantas infecções na garganta por ano indicam a necessidade de operar as amígdalas

3. Quais são os principais sintomas que mostram que está na hora de operar as amígdalas

4. Operar as amígdalas ajuda a prevenir novas infecções na garganta

5. Quais são os riscos e benefícios de operar as amígdalas em uma criança

6. Como é feita a cirurgia para retirar as amígdalas e quanto tempo dura o procedimento

7. Quanto tempo leva a recuperação após operar as amígdalas

8. A criança sente muita dor depois de operar as amígdalas

9. É verdade que operar as amígdalas melhora o sono e a respiração da criança

10. Conclusão

Continue a leitura e descubra tudo sobre “Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta” Se o seu filho sofre com infecções na garganta frequentes e você já ouviu o médico mencionar a possibilidade de operar as amígdalas, este conteúdo vai esclarecer todas as suas dúvidas.

A seguir, você entenderá em quais casos a cirurgia é indicada, como ela é realizada, o que esperar da recuperação e quais benefícios ela traz para o bem-estar da criança.

1. Quando é realmente necessário operar as amígdalas de uma criança com infecções na garganta frequentes

As amígdalas são pequenas estruturas localizadas na parte de trás da garganta e fazem parte do sistema imunológico. Durante a infância, elas ajudam a proteger o corpo contra vírus e bactérias. No entanto, quando as infecções na garganta acontecem com muita frequência, as amígdalas podem deixar de cumprir seu papel de defesa e se transformar em um foco constante de inflamação — e é nesse momento que surge a necessidade de avaliar se é hora de operar as amígdalas.

A decisão de operar as amígdalas deve ser sempre tomada com base em uma avaliação médica detalhada. O otorrinolaringologista analisa não apenas a frequência das infecções na garganta, mas também o impacto que elas causam na saúde e na rotina da criança. O objetivo é identificar se o tratamento clínico ainda é suficiente ou se a cirurgia é realmente necessária para devolver qualidade de vida ao paciente.

Quando o médico pode recomendar operar as amígdalas

Em muitos casos, o médico indica operar as amígdalas quando os episódios de infecções na garganta se tornam repetitivos e passam a interferir na vida da criança. Entre as situações mais comuns estão:

● Infecções na garganta muito frequentes: quando a criança apresenta várias crises no mesmo ano, com dor intensa, febre e uso constante de antibióticos;

Amígdalas aumentadas: que dificultam a passagem do ar, provocando ronco, pausas na respiração e sono agitado;

Dificuldade para se alimentar: em alguns casos, as amígdalas inflamadas causam dor ao engolir e recusa alimentar;

Complicações recorrentes: como abscessos, infecções de ouvido ou inflamações que se espalham para outras áreas da garganta;

● Prejuízo na qualidade de vida: se as infecções na garganta fazem a criança faltar à escola com frequência, dormir mal e perder o apetite, operar as amígdalas pode ser a melhor opção.

Essas situações indicam que as amígdalas, em vez de proteger, estão comprometendo o sistema respiratório e o bem-estar geral. Nesse caso, operar as amígdalas torna-se um passo importante para restaurar a saúde e prevenir novas crises.

2. Quantas infecções na garganta por ano indicam a necessidade de operar as amígdalas

Uma das dúvidas mais comuns entre pais e responsáveis é quantas infecções na garganta são consideradas “muitas” ao ponto de justificar a decisão de operar as amígdalas. Embora cada caso seja avaliado individualmente pelo médico otorrinolaringologista, existem critérios clínicos bem estabelecidos que ajudam a determinar o momento certo para a cirurgia.

As amígdalas inflamam com frequência durante a infância, já que o sistema imunológico ainda está em formação. Porém, quando as infecções na garganta acontecem de forma repetida e atrapalham o bem-estar da criança, é sinal de que algo precisa ser reavaliado.

De forma geral, os especialistas utilizam a frequência das crises como um dos principais parâmetros para indicar a necessidade de operar as amígdalas.

Critérios que indicam a necessidade de operar as amígdalas

O médico pode recomendar operar as amígdalas quando a criança apresenta:

Sete ou mais infecções na garganta em um único ano: crises repetidas em um curto período indicam que as amígdalas estão inflamadas de forma crônica e deixaram de cumprir seu papel de defesa.

● Cinco ou mais infecções na garganta por ano durante dois anos consecutivos: a persistência dos sintomas mesmo após tratamento reforça a indicação cirúrgica.

● Três ou mais infecções na garganta por ano durante três anos seguidos: esse padrão mostra que as amígdalas estão constantemente comprometidas e podem estar prejudicando o sistema respiratório.

Episódios graves e debilitantes: quando cada crise causa febre alta, dor intensa, dificuldade para engolir e uso frequente de antibióticos.

Esses critérios são baseados em diretrizes médicas internacionais e ajudam o especialista a definir se chegou o momento de operar as amígdalas.

Por que a frequência das infecções é um sinal importante

Quando as infecções na garganta se tornam muito frequentes, o organismo da criança fica mais vulnerável. As amígdalas, em vez de proteger, passam a ser o foco da inflamação, gerando cansaço, dor, febre e impacto direto na qualidade de vida.

Nesses casos, operar as amígdalas traz benefícios significativos:

● Reduz as crises de infecção: o foco inflamatório é eliminado, diminuindo a necessidade de antibióticos;

● Evita complicações: previne abscessos e infecções mais profundas na garganta;

● Melhora o bem-estar geral: a criança volta a dormir melhor, se alimentar bem e ter mais disposição;

● Restabelece o equilíbrio imunológico: o corpo deixa de gastar energia combatendo inflamações constantes.

Assim, mais do que contar o número de infecções na garganta, o médico otorrinolaringologista avalia o conjunto de sintomas, a gravidade das crises e o impacto na rotina infantil antes de indicar operar as amígdalas.

3. Quais são os principais sintomas que mostram que está na hora de operar as amígdalas

As amígdalas inflamadas com frequência podem causar desconforto, dores e uma série de sintomas que interferem diretamente na rotina das crianças. Embora cada caso seja único, existem sinais claros que indicam que pode ser o momento de operar as amígdalas, especialmente quando as infecções na garganta se tornam recorrentes e resistentes aos tratamentos convencionais.

Quando as amígdalas estão em constante processo inflamatório, o organismo passa a sofrer com infecções repetidas, febres constantes e dificuldades respiratórias. Esse quadro é conhecido como amigdalite crônica, e representa uma das principais indicações para operar as amígdalas.

Sintomas que indicam a necessidade de operar as amígdalas

O médico pode considerar a cirurgia quando a criança apresenta um ou mais dos sintomas abaixo, de forma frequente e persistente:

Dores de garganta intensas e repetitivas: episódios que ocorrem várias vezes ao ano, mesmo após o uso de antibióticos, indicam que as amígdalas já não conseguem controlar as infecções na garganta.

● Dificuldade para engolir alimentos: as amígdalas aumentadas podem causar dor ao engolir e até recusa alimentar, o que afeta o ganho de peso e a nutrição.

● Mau hálito persistente: o acúmulo de secreções e bactérias nas amígdalas inflamadas provoca halitose, mesmo com boa higiene bucal.

Ronco ou pausas na respiração durante o sono: quando as amígdalas crescem muito, podem bloquear parcialmente as vias respiratórias, causando apneia do sono e sono agitado.

● Infecções na garganta muito frequentes: crises com febre, dor e irritação constantes, que prejudicam a rotina escolar e o bem-estar da criança.

Esses sintomas não devem ser ignorados, pois indicam que o corpo está sobrecarregado com o esforço de combater inflamações sucessivas. Quando isso acontece, o médico otorrinolaringologista pode avaliar que é hora de operar as amígdalas para restabelecer o equilíbrio da saúde respiratória.

Por que observar os sintomas é tão importante

Identificar precocemente os sinais que indicam a necessidade de operar as amígdalas ajuda a evitar complicações e melhora consideravelmente a qualidade de vida da criança. Após a cirurgia, é comum perceber mudanças positivas no comportamento, na alimentação e no descanso noturno.

Entre os benefícios de operar as amígdalas, destacam-se:

Redução das infecções na garganta: as crises se tornam raras ou desaparecem completamente;

● Melhora do sono e da respiração: a criança dorme melhor, ronca menos e respira com facilidade;

● Mais energia e apetite: com menos inflamações e febre, a disposição e o humor melhoram;

● Desenvolvimento saudável: operar as amígdalas contribui para o crescimento equilibrado e o fortalecimento da imunidade geral.

Se a criança apresenta sintomas recorrentes de dor, febre, ronco e infecções na garganta constantes, é fundamental procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada.

Na Clínica Salute, nossos profissionais estão preparados para orientar cada família com acolhimento, experiência e segurança. Trabalhamos com foco no cuidado completo da criança, ajudando os pais a entender quando operar as amígdalas é realmente a melhor decisão para garantir mais saúde, sono tranquilo e bem-estar.

4. Operar as amígdalas ajuda a prevenir novas infecções na garganta

Sim! Em muitos casos, operar as amígdalas é justamente a solução definitiva para reduzir — ou até eliminar — as crises de infecções na garganta que se repetem ao longo do ano. Isso acontece porque, quando inflamadas de forma constante, as amígdalas deixam de atuar como uma barreira de defesa e passam a ser o foco da própria infecção.

Durante a infância, é comum que as amígdalas aumentem de tamanho como parte natural do desenvolvimento imunológico. No entanto, quando as inflamações se tornam recorrentes, dolorosas e exigem uso frequente de antibióticos, o corpo da criança passa a viver em um ciclo de inflamação crônica. Nesse contexto, operar as amígdalas pode interromper esse ciclo e devolver equilíbrio à saúde.

Como operar as amígdalas ajuda na prevenção

O principal objetivo de operar as amígdalas é eliminar o foco repetitivo das infecções na garganta e restaurar o funcionamento saudável do sistema respiratório. Após a cirurgia, o número de crises tende a cair drasticamente, e a criança passa a ter uma vida mais tranquila e saudável.

Entre os principais motivos pelos quais operar as amígdalas ajuda a prevenir novas infecções, destacam-se:

Eliminação do foco inflamatório: quando as amígdalas inflamadas são retiradas, as bactérias e vírus que se alojavam nelas deixam de causar infecções recorrentes;

● Melhor funcionamento das vias respiratórias: sem obstruções, o ar circula melhor, reduzindo o risco de inflamações;

● Menor necessidade de antibióticos: com menos crises de infecções na garganta, o uso de medicamentos diminui significativamente;

Sono e imunidade fortalecidos: com noites mais tranquilas e menos esforço do corpo para combater infecções, a imunidade natural melhora.

Em resumo, operar as amígdalas quebra o ciclo de inflamação e previne o retorno das crises que prejudicam o bem-estar da criança.

5. Quais são os riscos e benefícios de operar as amígdalas em uma criança

A decisão de operar as amígdalas é muito importante e deve ser tomada com segurança e informação. Embora o procedimento seja bastante comum e seguro, é natural que pais e responsáveis tenham dúvidas sobre os riscos e benefícios da cirurgia. Entender como ela é realizada, o que esperar no pós-operatório e quais resultados ela traz é essencial para encarar o processo com tranquilidade e confiança.

As amígdalas fazem parte do sistema imunológico e têm como função proteger o organismo contra vírus e bactérias. Porém, quando se tornam foco de infecções na garganta repetitivas, deixam de ser benéficas e passam a prejudicar o bem-estar da criança. Nesses casos, o médico otorrinolaringologista pode indicar operar as amígdalas como uma forma eficaz de interromper esse ciclo de inflamações e melhorar a qualidade de vida.

Principais benefícios de operar as amígdalas

Os resultados positivos da cirurgia costumam aparecer logo nas primeiras semanas, com uma melhora significativa no sono, na respiração e na redução das infecções na garganta. Entre os principais benefícios de operar as amígdalas, destacam-se:

● Redução das infecções na garganta: as crises de amigdalite se tornam raras ou desaparecem completamente, eliminando a necessidade de antibióticos constantes;

● Melhora da respiração e do sono: sem as amígdalas aumentadas, a passagem de ar se torna mais livre, diminuindo o ronco e os episódios de apneia do sono;

● Mais disposição e energia: com menos febres e noites mal dormidas, a criança volta a brincar, estudar e se alimentar melhor;

● Prevenção de complicações: operar as amígdalas ajuda a evitar inflamações mais graves, como abscessos e infecções nos ouvidos;

Melhora na qualidade de vida da família: o fim das crises recorrentes reduz faltas escolares e preocupações constantes com tratamentos.

Esses benefícios explicam por que operar as amígdalas é uma das cirurgias mais realizadas na área de otorrinolaringologia pediátrica — e por que ela tem índices tão altos de sucesso.

Riscos e cuidados após operar as amígdalas

Como qualquer procedimento cirúrgico, operar as amígdalas exige alguns cuidados, mas os riscos são mínimos quando a cirurgia é realizada por profissionais experientes. Entre as possíveis reações estão:

● Pequeno sangramento nas primeiras horas ou dias após a cirurgia — algo raro, mas que requer acompanhamento médico;

● Desconforto para engolir alimentos sólidos nos primeiros dias, controlado com analgésicos e alimentação leve;

● Sensação de dor de garganta temporária, que melhora progressivamente com o repouso e os cuidados pós-operatórios indicados.

Com o devido acompanhamento, a recuperação é rápida e tranquila. Em poucos dias, a criança volta às atividades, dorme melhor e fica livre das infecções na garganta constantes.

Segurança e acompanhamento especializado

A amigdalectomia (cirurgia para operar as amígdalas) é realizada sob anestesia geral e com técnicas modernas que reduzem riscos e promovem uma recuperação mais confortável. O acompanhamento médico antes, durante e depois do procedimento é essencial para garantir segurança e eficácia.

Na Clínica Salute, nossos especialistas em otorrinolaringologia têm ampla experiência em cirurgias pediátricas e estão prontos para orientar pais e responsáveis em cada etapa do processo. Aqui, o cuidado vai além do procedimento — envolve acolhimento, informação e acompanhamento constante para garantir que a decisão de operar as amígdalas traga todos os benefícios esperados com total segurança e tranquilidade.

6. Como é feita a cirurgia para retirar as amígdalas e quanto tempo dura o procedimento

A cirurgia para retirar as amígdalas, chamada amigdalectomia, é um dos procedimentos mais realizados na otorrinolaringologia e tem como objetivo eliminar o foco das infecções na garganta recorrentes. Apesar de gerar dúvidas entre os pais, trata-se de uma cirurgia segura, rápida e com recuperação bem estruturada — especialmente quando feita com acompanhamento de especialistas experientes.

Antes de operar as amígdalas, o médico realiza uma avaliação completa, incluindo histórico clínico, exames físicos e, se necessário, exames laboratoriais. Essa etapa é essencial para garantir que a criança esteja em boas condições de saúde para o procedimento.

Como é feita a cirurgia para operar as amígdalas

Durante o ato cirúrgico, o médico utiliza técnicas modernas que permitem uma remoção precisa e segura das amígdalas, minimizando desconfortos e riscos. O procedimento é realizado em ambiente hospitalar, com anestesia geral, e costuma durar entre 30 e 45 minutos.

De forma simplificada, o processo de operar as amígdalas acontece em etapas:

● Anestesia geral: garante que a criança permaneça dormindo e sem dor durante toda a cirurgia;

Acesso à garganta: o cirurgião utiliza instrumentos específicos para acessar as amígdalas pela boca, sem cortes externos;

Remoção das amígdalas: as amígdalas são retiradas com precisão, utilizando técnicas que reduzem sangramento e aceleram a recuperação;

Observação pós-operatória: após a cirurgia, a criança permanece em observação por algumas horas até estar apta para voltar para casa no mesmo dia.

Essas técnicas modernas tornam o processo de operar as amígdalas mais seguro e confortável, com resultados duradouros e excelente resposta clínica.

Como é o pós-operatório após operar as amígdalas

O período de recuperação é rápido, variando entre 7 e 14 dias. Durante esse tempo, é normal sentir algum desconforto leve na garganta e ter dificuldade temporária para engolir alimentos sólidos. O médico pode prescrever analgésicos e orientar sobre alimentação adequada para garantir uma cicatrização tranquila.

Os principais cuidados após operar as amígdalas incluem:

● Hidratação constante: manter a garganta úmida auxilia na cicatrização e reduz a dor;

Alimentação leve e fria: sopas mornas, purês e sorvetes ajudam no conforto e recuperação;

● Evitar esforço físico: atividades intensas devem ser suspensas até a liberação médica;

● Seguir todas as orientações médicas: o acompanhamento no pós-operatório é fundamental para evitar complicações.

Com esses cuidados, a recuperação costuma ser tranquila, e os benefícios de operar as amígdalas são percebidos rapidamente — com a redução das infecções na garganta, melhora na respiração e noites de sono mais tranquilas.

7. Quanto tempo leva a recuperação após operar as amígdalas

A recuperação após operar as amígdalas costuma ser rápida e tranquila, especialmente quando os cuidados pós-operatórios são seguidos corretamente. Em geral, o tempo de recuperação varia entre 7 e 14 dias, dependendo da idade da criança, da resposta do organismo e do tipo de técnica utilizada durante a cirurgia.

Nos primeiros dias após operar as amígdalas, é comum que a criança sinta algum desconforto ao engolir, uma leve dor de garganta e, em alguns casos, cansaço ou sonolência. Esses sintomas fazem parte do processo natural de cicatrização e tendem a melhorar progressivamente com o passar dos dias.

O acompanhamento médico é essencial durante esse período para garantir uma recuperação segura e sem intercorrências.

Cuidados importantes durante a recuperação após operar as amígdalas

Para que a recuperação seja confortável e sem complicações, alguns cuidados simples fazem toda a diferença:

Repouso adequado: é fundamental permitir que a criança descanse bastante, especialmente nos primeiros dias após operar as amígdalas. Atividades físicas e brincadeiras mais intensas devem ser evitadas até a liberação médica.

Alimentação leve e fria: nos primeiros dias, o ideal é oferecer alimentos macios, frios ou em temperatura ambiente, como purês, iogurtes, gelatinas e sorvetes. Isso ajuda a aliviar o desconforto na garganta e facilita a deglutição.

Hidratação constante: manter a criança bem hidratada é essencial. Beber bastante água e sucos naturais contribui para a cicatrização e diminui o risco de dor.

● Medicação conforme orientação médica: o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, quando indicado, ajuda a controlar a dor e a inflamação após operar as amígdalas.

● Atenção a sinais incomuns: embora raro, se houver sangramento, febre persistente ou dificuldade para ingerir líquidos, o médico deve ser informado imediatamente.

Esses cuidados ajudam o corpo a se recuperar com mais rapidez, evitando desconfortos e permitindo que a criança volte logo às suas atividades cotidianas.

O que esperar após operar as amígdalas

A maioria das crianças apresenta melhora significativa já na primeira semana. O apetite tende a retornar gradualmente e o sono se torna mais tranquilo, já que operar as amígdalas também ajuda a aliviar roncos e pausas respiratórias causadas pelo aumento dessas estruturas.

8. A criança sente muita dor depois de operar as amígdalas

Uma das maiores preocupações dos pais antes de operar as amígdalas é o medo de que a criança sinta dor após a cirurgia. Essa é uma dúvida comum e totalmente compreensível — afinal, cuidar do conforto e do bem-estar dos pequenos é sempre prioridade. A boa notícia é que, embora possa haver algum desconforto nos primeiros dias, a dor é temporária e pode ser facilmente controlada com os cuidados e medicamentos indicados pelo médico otorrinolaringologista.

Durante o processo de cicatrização, é normal que a garganta fique sensível. Esse incômodo costuma ser mais intenso nos dois ou três primeiros dias após operar as amígdalas e diminui progressivamente ao longo da primeira semana. A intensidade varia de acordo com a idade, o limiar de dor de cada criança e a resposta do organismo ao procedimento.

Como é o desconforto após operar as amígdalas

Logo após operar as amígdalas, é comum que a criança apresente:

● Dor leve a moderada na garganta, especialmente ao engolir alimentos ou líquidos;

● Sensação de garganta seca, que melhora com boa hidratação;

● Pequeno desconforto nos ouvidos, devido à irradiação da dor (efeito temporário e normal);

● Falta de apetite e cansaço, que tendem a melhorar à medida que a cicatrização avança.

Esses sintomas são esperados e fazem parte do processo natural de recuperação. Com o uso correto das medicações prescritas e uma alimentação adequada, a dor diminui dia após dia até desaparecer completamente.

Cuidados que ajudam a aliviar a dor após operar as amígdalas

Algumas medidas simples ajudam a tornar o pós-operatório mais tranquilo e confortável:

● Oferecer alimentos frios e macios, como purês, gelatinas e sorvetes, que aliviam a dor e facilitam a deglutição;

● Estimular a hidratação constante, com água, sucos naturais e chás frios, para manter a garganta úmida e evitar irritações;

Cumprir rigorosamente o uso das medicações prescritas, como analgésicos e anti-inflamatórios, conforme orientação médica;

● Evitar alimentos ácidos, quentes ou duros, que podem irritar a garganta durante os primeiros dias;

● Garantir repouso e sono adequado, permitindo que o corpo se recupere de forma natural e confortável.

Com esses cuidados, a recuperação após operar as amígdalas costuma ser tranquila, e o desconforto desaparece completamente em cerca de uma semana.

9. É verdade que operar as amígdalas melhora o sono e a respiração da criança

Sim! É totalmente verdade que operar as amígdalas pode melhorar de forma significativa o sono e a respiração da criança. Quando as amígdalas estão aumentadas ou inflamadas de forma crônica, elas podem obstruir parcialmente a passagem de ar na garganta — o que causa roncos, pausas respiratórias e um sono agitado. Após a cirurgia, a respiração se torna mais livre, o descanso é mais profundo e o bem-estar da criança melhora consideravelmente.

Durante a infância, é comum que as amígdalas cresçam como parte do desenvolvimento natural do sistema imunológico. No entanto, em alguns casos, esse aumento é excessivo e prejudica o fluxo de ar. Essa condição é conhecida como hipertrofia das amígdalas, e é uma das causas mais comuns para indicar a necessidade de operar as amígdalas, especialmente quando a criança apresenta infecções na garganta recorrentes associadas a distúrbios respiratórios durante o sono.

Como operar as amígdalas melhora o sono e a respiração

Ao operar as amígdalas, o médico elimina o tecido que estava obstruindo a passagem de ar. Isso faz com que o ar circule livremente pelas vias respiratórias e que o organismo consiga descansar de forma adequada durante a noite.

Os principais efeitos positivos após operar as amígdalas incluem:

Diminuição dos roncos: a passagem do ar deixa de ser bloqueada, e o som da respiração se torna mais silencioso e natural;

● Fim das pausas respiratórias: a criança deixa de ter episódios de apneia do sono, voltando a respirar com regularidade;

Sono mais profundo e reparador: com a respiração livre, o corpo descansa melhor, e a criança acorda mais disposta;

● Melhora da oxigenação: a respiração adequada garante que o cérebro e o corpo recebam a quantidade ideal de oxigênio durante o sono;

● Redução das infecções na garganta: ao eliminar o foco inflamatório, as crises se tornam muito mais raras ou desaparecem completamente.

Essas melhorias têm reflexo direto na rotina: a criança passa a ter mais energia, concentração, bom humor e desenvolvimento saudável.

Sinais de que as amígdalas podem estar afetando o sono

Os pais podem observar alguns comportamentos que indicam a necessidade de avaliar a possibilidade de operar as amígdalas. Entre os sinais mais comuns estão:

● Ronco alto e frequente durante o sono;

● Pausas curtas na respiração (apneia do sono);

● Sono agitado ou despertares noturnos;

● Boca aberta ao dormir ou respirar pela boca durante o dia;

● Cansaço, irritabilidade e falta de concentração diurna.

Esses sintomas são sinais claros de que as amígdalas aumentadas podem estar interferindo na respiração, no descanso e até no desenvolvimento infantil. Nesses casos, o otorrinolaringologista pode indicar operar as amígdalas como forma de devolver o equilíbrio à saúde respiratória.

10. Conclusão

Cuidar das amígdalas é essencial para a saúde das crianças. Quando as infecções na garganta são frequentes e prejudicam o bem-estar, operar as amígdalas pode ser o melhor caminho para garantir mais conforto, respiração livre e qualidade de vida.

Neste blog post, você leu tudo que precisa saber sobre “Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta”. Falamos sobre quando é realmente necessário operar as amígdalas, quantas infecções na garganta por ano indicam cirurgia, principais sintomas, prevenção, riscos e benefícios, como é feita a cirurgia, recuperação, dor pós-operatória e melhora do sono e da respiração.

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Conteúdo desenvolvido pela Clínica Salute.

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