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As amígdalas têm um papel importante na defesa do organismo, especialmente na infância. Elas ajudam a proteger o corpo contra vírus e bactérias que entram pela boca e pelo nariz. No entanto, quando há infecções na garganta frequentes, essas estruturas podem se tornar mais prejudiciais do que benéficas. Nesse momento, muitos pais se perguntam: “será que é hora de operar as amígdalas?”
O tema operar amígdalas desperta muitas dúvidas e receios, principalmente entre famílias que já passaram por várias crises de infecções na garganta. Por isso, entender quando é realmente necessário operar as amígdalas, como é o procedimento e o que esperar da recuperação é essencial para tomar uma decisão segura e consciente.
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post sobre “Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta”:
1. Quando é realmente necessário operar as amígdalas de uma criança com infecções na garganta frequentes
2. Quantas infecções na garganta por ano indicam a necessidade de operar as amígdalas
3. Quais são os principais sintomas que mostram que está na hora de operar as amígdalas
4. Operar as amígdalas ajuda a prevenir novas infecções na garganta
5. Quais são os riscos e benefícios de operar as amígdalas em uma criança
6. Como é feita a cirurgia para retirar as amígdalas e quanto tempo dura o procedimento
7. Quanto tempo leva a recuperação após operar as amígdalas
8. A criança sente muita dor depois de operar as amígdalas
9. É verdade que operar as amígdalas melhora o sono e a respiração da criança
10. Conclusão
Continue a leitura e descubra tudo sobre “Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta” Se o seu filho sofre com infecções na garganta frequentes e você já ouviu o médico mencionar a possibilidade de operar as amígdalas, este conteúdo vai esclarecer todas as suas dúvidas.
A seguir, você entenderá em quais casos a cirurgia é indicada, como ela é realizada, o que esperar da recuperação e quais benefícios ela traz para o bem-estar da criança.
As amígdalas são pequenas estruturas localizadas na parte de trás da garganta e fazem parte do sistema imunológico. Durante a infância, elas ajudam a proteger o corpo contra vírus e bactérias. No entanto, quando as infecções na garganta acontecem com muita frequência, as amígdalas podem deixar de cumprir seu papel de defesa e se transformar em um foco constante de inflamação — e é nesse momento que surge a necessidade de avaliar se é hora de operar as amígdalas.
A decisão de operar as amígdalas deve ser sempre tomada com base em uma avaliação médica detalhada. O otorrinolaringologista analisa não apenas a frequência das infecções na garganta, mas também o impacto que elas causam na saúde e na rotina da criança. O objetivo é identificar se o tratamento clínico ainda é suficiente ou se a cirurgia é realmente necessária para devolver qualidade de vida ao paciente.
Quando o médico pode recomendar operar as amígdalas
Em muitos casos, o médico indica operar as amígdalas quando os episódios de infecções na garganta se tornam repetitivos e passam a interferir na vida da criança. Entre as situações mais comuns estão:
● Infecções na garganta muito frequentes: quando a criança apresenta várias crises no mesmo ano, com dor intensa, febre e uso constante de antibióticos;
● Amígdalas aumentadas: que dificultam a passagem do ar, provocando ronco, pausas na respiração e sono agitado;
● Dificuldade para se alimentar: em alguns casos, as amígdalas inflamadas causam dor ao engolir e recusa alimentar;
● Complicações recorrentes: como abscessos, infecções de ouvido ou inflamações que se espalham para outras áreas da garganta;
● Prejuízo na qualidade de vida: se as infecções na garganta fazem a criança faltar à escola com frequência, dormir mal e perder o apetite, operar as amígdalas pode ser a melhor opção.
Essas situações indicam que as amígdalas, em vez de proteger, estão comprometendo o sistema respiratório e o bem-estar geral. Nesse caso, operar as amígdalas torna-se um passo importante para restaurar a saúde e prevenir novas crises.
Uma das dúvidas mais comuns entre pais e responsáveis é quantas infecções na garganta são consideradas “muitas” ao ponto de justificar a decisão de operar as amígdalas. Embora cada caso seja avaliado individualmente pelo médico otorrinolaringologista, existem critérios clínicos bem estabelecidos que ajudam a determinar o momento certo para a cirurgia.
As amígdalas inflamam com frequência durante a infância, já que o sistema imunológico ainda está em formação. Porém, quando as infecções na garganta acontecem de forma repetida e atrapalham o bem-estar da criança, é sinal de que algo precisa ser reavaliado.
De forma geral, os especialistas utilizam a frequência das crises como um dos principais parâmetros para indicar a necessidade de operar as amígdalas.
Critérios que indicam a necessidade de operar as amígdalas
O médico pode recomendar operar as amígdalas quando a criança apresenta:
● Sete ou mais infecções na garganta em um único ano: crises repetidas em um curto período indicam que as amígdalas estão inflamadas de forma crônica e deixaram de cumprir seu papel de defesa.
● Cinco ou mais infecções na garganta por ano durante dois anos consecutivos: a persistência dos sintomas mesmo após tratamento reforça a indicação cirúrgica.
● Três ou mais infecções na garganta por ano durante três anos seguidos: esse padrão mostra que as amígdalas estão constantemente comprometidas e podem estar prejudicando o sistema respiratório.
● Episódios graves e debilitantes: quando cada crise causa febre alta, dor intensa, dificuldade para engolir e uso frequente de antibióticos.
Esses critérios são baseados em diretrizes médicas internacionais e ajudam o especialista a definir se chegou o momento de operar as amígdalas.
Por que a frequência das infecções é um sinal importante
Quando as infecções na garganta se tornam muito frequentes, o organismo da criança fica mais vulnerável. As amígdalas, em vez de proteger, passam a ser o foco da inflamação, gerando cansaço, dor, febre e impacto direto na qualidade de vida.
Nesses casos, operar as amígdalas traz benefícios significativos:
● Reduz as crises de infecção: o foco inflamatório é eliminado, diminuindo a necessidade de antibióticos;
● Evita complicações: previne abscessos e infecções mais profundas na garganta;
● Melhora o bem-estar geral: a criança volta a dormir melhor, se alimentar bem e ter mais disposição;
● Restabelece o equilíbrio imunológico: o corpo deixa de gastar energia combatendo inflamações constantes.
Assim, mais do que contar o número de infecções na garganta, o médico otorrinolaringologista avalia o conjunto de sintomas, a gravidade das crises e o impacto na rotina infantil antes de indicar operar as amígdalas.
As amígdalas inflamadas com frequência podem causar desconforto, dores e uma série de sintomas que interferem diretamente na rotina das crianças. Embora cada caso seja único, existem sinais claros que indicam que pode ser o momento de operar as amígdalas, especialmente quando as infecções na garganta se tornam recorrentes e resistentes aos tratamentos convencionais.
Quando as amígdalas estão em constante processo inflamatório, o organismo passa a sofrer com infecções repetidas, febres constantes e dificuldades respiratórias. Esse quadro é conhecido como amigdalite crônica, e representa uma das principais indicações para operar as amígdalas.
Sintomas que indicam a necessidade de operar as amígdalas
O médico pode considerar a cirurgia quando a criança apresenta um ou mais dos sintomas abaixo, de forma frequente e persistente:
● Dores de garganta intensas e repetitivas: episódios que ocorrem várias vezes ao ano, mesmo após o uso de antibióticos, indicam que as amígdalas já não conseguem controlar as infecções na garganta.
● Dificuldade para engolir alimentos: as amígdalas aumentadas podem causar dor ao engolir e até recusa alimentar, o que afeta o ganho de peso e a nutrição.
● Mau hálito persistente: o acúmulo de secreções e bactérias nas amígdalas inflamadas provoca halitose, mesmo com boa higiene bucal.
● Ronco ou pausas na respiração durante o sono: quando as amígdalas crescem muito, podem bloquear parcialmente as vias respiratórias, causando apneia do sono e sono agitado.
● Infecções na garganta muito frequentes: crises com febre, dor e irritação constantes, que prejudicam a rotina escolar e o bem-estar da criança.
Esses sintomas não devem ser ignorados, pois indicam que o corpo está sobrecarregado com o esforço de combater inflamações sucessivas. Quando isso acontece, o médico otorrinolaringologista pode avaliar que é hora de operar as amígdalas para restabelecer o equilíbrio da saúde respiratória.
Por que observar os sintomas é tão importante
Identificar precocemente os sinais que indicam a necessidade de operar as amígdalas ajuda a evitar complicações e melhora consideravelmente a qualidade de vida da criança. Após a cirurgia, é comum perceber mudanças positivas no comportamento, na alimentação e no descanso noturno.
Entre os benefícios de operar as amígdalas, destacam-se:
● Redução das infecções na garganta: as crises se tornam raras ou desaparecem completamente;
● Melhora do sono e da respiração: a criança dorme melhor, ronca menos e respira com facilidade;
● Mais energia e apetite: com menos inflamações e febre, a disposição e o humor melhoram;
● Desenvolvimento saudável: operar as amígdalas contribui para o crescimento equilibrado e o fortalecimento da imunidade geral.
Se a criança apresenta sintomas recorrentes de dor, febre, ronco e infecções na garganta constantes, é fundamental procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada.
Na Clínica Salute, nossos profissionais estão preparados para orientar cada família com acolhimento, experiência e segurança. Trabalhamos com foco no cuidado completo da criança, ajudando os pais a entender quando operar as amígdalas é realmente a melhor decisão para garantir mais saúde, sono tranquilo e bem-estar.
Sim! Em muitos casos, operar as amígdalas é justamente a solução definitiva para reduzir — ou até eliminar — as crises de infecções na garganta que se repetem ao longo do ano. Isso acontece porque, quando inflamadas de forma constante, as amígdalas deixam de atuar como uma barreira de defesa e passam a ser o foco da própria infecção.
Durante a infância, é comum que as amígdalas aumentem de tamanho como parte natural do desenvolvimento imunológico. No entanto, quando as inflamações se tornam recorrentes, dolorosas e exigem uso frequente de antibióticos, o corpo da criança passa a viver em um ciclo de inflamação crônica. Nesse contexto, operar as amígdalas pode interromper esse ciclo e devolver equilíbrio à saúde.
Como operar as amígdalas ajuda na prevenção
O principal objetivo de operar as amígdalas é eliminar o foco repetitivo das infecções na garganta e restaurar o funcionamento saudável do sistema respiratório. Após a cirurgia, o número de crises tende a cair drasticamente, e a criança passa a ter uma vida mais tranquila e saudável.
Entre os principais motivos pelos quais operar as amígdalas ajuda a prevenir novas infecções, destacam-se:
● Eliminação do foco inflamatório: quando as amígdalas inflamadas são retiradas, as bactérias e vírus que se alojavam nelas deixam de causar infecções recorrentes;
● Melhor funcionamento das vias respiratórias: sem obstruções, o ar circula melhor, reduzindo o risco de inflamações;
● Menor necessidade de antibióticos: com menos crises de infecções na garganta, o uso de medicamentos diminui significativamente;
● Sono e imunidade fortalecidos: com noites mais tranquilas e menos esforço do corpo para combater infecções, a imunidade natural melhora.
Em resumo, operar as amígdalas quebra o ciclo de inflamação e previne o retorno das crises que prejudicam o bem-estar da criança.
A decisão de operar as amígdalas é muito importante e deve ser tomada com segurança e informação. Embora o procedimento seja bastante comum e seguro, é natural que pais e responsáveis tenham dúvidas sobre os riscos e benefícios da cirurgia. Entender como ela é realizada, o que esperar no pós-operatório e quais resultados ela traz é essencial para encarar o processo com tranquilidade e confiança.
As amígdalas fazem parte do sistema imunológico e têm como função proteger o organismo contra vírus e bactérias. Porém, quando se tornam foco de infecções na garganta repetitivas, deixam de ser benéficas e passam a prejudicar o bem-estar da criança. Nesses casos, o médico otorrinolaringologista pode indicar operar as amígdalas como uma forma eficaz de interromper esse ciclo de inflamações e melhorar a qualidade de vida.
Principais benefícios de operar as amígdalas
Os resultados positivos da cirurgia costumam aparecer logo nas primeiras semanas, com uma melhora significativa no sono, na respiração e na redução das infecções na garganta. Entre os principais benefícios de operar as amígdalas, destacam-se:
● Redução das infecções na garganta: as crises de amigdalite se tornam raras ou desaparecem completamente, eliminando a necessidade de antibióticos constantes;
● Melhora da respiração e do sono: sem as amígdalas aumentadas, a passagem de ar se torna mais livre, diminuindo o ronco e os episódios de apneia do sono;
● Mais disposição e energia: com menos febres e noites mal dormidas, a criança volta a brincar, estudar e se alimentar melhor;
● Prevenção de complicações: operar as amígdalas ajuda a evitar inflamações mais graves, como abscessos e infecções nos ouvidos;
● Melhora na qualidade de vida da família: o fim das crises recorrentes reduz faltas escolares e preocupações constantes com tratamentos.
Esses benefícios explicam por que operar as amígdalas é uma das cirurgias mais realizadas na área de otorrinolaringologia pediátrica — e por que ela tem índices tão altos de sucesso.
Riscos e cuidados após operar as amígdalas
Como qualquer procedimento cirúrgico, operar as amígdalas exige alguns cuidados, mas os riscos são mínimos quando a cirurgia é realizada por profissionais experientes. Entre as possíveis reações estão:
● Pequeno sangramento nas primeiras horas ou dias após a cirurgia — algo raro, mas que requer acompanhamento médico;
● Desconforto para engolir alimentos sólidos nos primeiros dias, controlado com analgésicos e alimentação leve;
● Sensação de dor de garganta temporária, que melhora progressivamente com o repouso e os cuidados pós-operatórios indicados.
Com o devido acompanhamento, a recuperação é rápida e tranquila. Em poucos dias, a criança volta às atividades, dorme melhor e fica livre das infecções na garganta constantes.
Segurança e acompanhamento especializado
A amigdalectomia (cirurgia para operar as amígdalas) é realizada sob anestesia geral e com técnicas modernas que reduzem riscos e promovem uma recuperação mais confortável. O acompanhamento médico antes, durante e depois do procedimento é essencial para garantir segurança e eficácia.
Na Clínica Salute, nossos especialistas em otorrinolaringologia têm ampla experiência em cirurgias pediátricas e estão prontos para orientar pais e responsáveis em cada etapa do processo. Aqui, o cuidado vai além do procedimento — envolve acolhimento, informação e acompanhamento constante para garantir que a decisão de operar as amígdalas traga todos os benefícios esperados com total segurança e tranquilidade.
A cirurgia para retirar as amígdalas, chamada amigdalectomia, é um dos procedimentos mais realizados na otorrinolaringologia e tem como objetivo eliminar o foco das infecções na garganta recorrentes. Apesar de gerar dúvidas entre os pais, trata-se de uma cirurgia segura, rápida e com recuperação bem estruturada — especialmente quando feita com acompanhamento de especialistas experientes.
Antes de operar as amígdalas, o médico realiza uma avaliação completa, incluindo histórico clínico, exames físicos e, se necessário, exames laboratoriais. Essa etapa é essencial para garantir que a criança esteja em boas condições de saúde para o procedimento.
Como é feita a cirurgia para operar as amígdalas
Durante o ato cirúrgico, o médico utiliza técnicas modernas que permitem uma remoção precisa e segura das amígdalas, minimizando desconfortos e riscos. O procedimento é realizado em ambiente hospitalar, com anestesia geral, e costuma durar entre 30 e 45 minutos.
De forma simplificada, o processo de operar as amígdalas acontece em etapas:
● Anestesia geral: garante que a criança permaneça dormindo e sem dor durante toda a cirurgia;
● Acesso à garganta: o cirurgião utiliza instrumentos específicos para acessar as amígdalas pela boca, sem cortes externos;
● Remoção das amígdalas: as amígdalas são retiradas com precisão, utilizando técnicas que reduzem sangramento e aceleram a recuperação;
● Observação pós-operatória: após a cirurgia, a criança permanece em observação por algumas horas até estar apta para voltar para casa no mesmo dia.
Essas técnicas modernas tornam o processo de operar as amígdalas mais seguro e confortável, com resultados duradouros e excelente resposta clínica.
Como é o pós-operatório após operar as amígdalas
O período de recuperação é rápido, variando entre 7 e 14 dias. Durante esse tempo, é normal sentir algum desconforto leve na garganta e ter dificuldade temporária para engolir alimentos sólidos. O médico pode prescrever analgésicos e orientar sobre alimentação adequada para garantir uma cicatrização tranquila.
Os principais cuidados após operar as amígdalas incluem:
● Hidratação constante: manter a garganta úmida auxilia na cicatrização e reduz a dor;
● Alimentação leve e fria: sopas mornas, purês e sorvetes ajudam no conforto e recuperação;
● Evitar esforço físico: atividades intensas devem ser suspensas até a liberação médica;
● Seguir todas as orientações médicas: o acompanhamento no pós-operatório é fundamental para evitar complicações.
Com esses cuidados, a recuperação costuma ser tranquila, e os benefícios de operar as amígdalas são percebidos rapidamente — com a redução das infecções na garganta, melhora na respiração e noites de sono mais tranquilas.
A recuperação após operar as amígdalas costuma ser rápida e tranquila, especialmente quando os cuidados pós-operatórios são seguidos corretamente. Em geral, o tempo de recuperação varia entre 7 e 14 dias, dependendo da idade da criança, da resposta do organismo e do tipo de técnica utilizada durante a cirurgia.
Nos primeiros dias após operar as amígdalas, é comum que a criança sinta algum desconforto ao engolir, uma leve dor de garganta e, em alguns casos, cansaço ou sonolência. Esses sintomas fazem parte do processo natural de cicatrização e tendem a melhorar progressivamente com o passar dos dias.
O acompanhamento médico é essencial durante esse período para garantir uma recuperação segura e sem intercorrências.
Cuidados importantes durante a recuperação após operar as amígdalas
Para que a recuperação seja confortável e sem complicações, alguns cuidados simples fazem toda a diferença:
● Repouso adequado: é fundamental permitir que a criança descanse bastante, especialmente nos primeiros dias após operar as amígdalas. Atividades físicas e brincadeiras mais intensas devem ser evitadas até a liberação médica.
● Alimentação leve e fria: nos primeiros dias, o ideal é oferecer alimentos macios, frios ou em temperatura ambiente, como purês, iogurtes, gelatinas e sorvetes. Isso ajuda a aliviar o desconforto na garganta e facilita a deglutição.
● Hidratação constante: manter a criança bem hidratada é essencial. Beber bastante água e sucos naturais contribui para a cicatrização e diminui o risco de dor.
● Medicação conforme orientação médica: o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, quando indicado, ajuda a controlar a dor e a inflamação após operar as amígdalas.
● Atenção a sinais incomuns: embora raro, se houver sangramento, febre persistente ou dificuldade para ingerir líquidos, o médico deve ser informado imediatamente.
Esses cuidados ajudam o corpo a se recuperar com mais rapidez, evitando desconfortos e permitindo que a criança volte logo às suas atividades cotidianas.
O que esperar após operar as amígdalas
A maioria das crianças apresenta melhora significativa já na primeira semana. O apetite tende a retornar gradualmente e o sono se torna mais tranquilo, já que operar as amígdalas também ajuda a aliviar roncos e pausas respiratórias causadas pelo aumento dessas estruturas.
Uma das maiores preocupações dos pais antes de operar as amígdalas é o medo de que a criança sinta dor após a cirurgia. Essa é uma dúvida comum e totalmente compreensível — afinal, cuidar do conforto e do bem-estar dos pequenos é sempre prioridade. A boa notícia é que, embora possa haver algum desconforto nos primeiros dias, a dor é temporária e pode ser facilmente controlada com os cuidados e medicamentos indicados pelo médico otorrinolaringologista.
Durante o processo de cicatrização, é normal que a garganta fique sensível. Esse incômodo costuma ser mais intenso nos dois ou três primeiros dias após operar as amígdalas e diminui progressivamente ao longo da primeira semana. A intensidade varia de acordo com a idade, o limiar de dor de cada criança e a resposta do organismo ao procedimento.
Como é o desconforto após operar as amígdalas
Logo após operar as amígdalas, é comum que a criança apresente:
● Dor leve a moderada na garganta, especialmente ao engolir alimentos ou líquidos;
● Sensação de garganta seca, que melhora com boa hidratação;
● Pequeno desconforto nos ouvidos, devido à irradiação da dor (efeito temporário e normal);
● Falta de apetite e cansaço, que tendem a melhorar à medida que a cicatrização avança.
Esses sintomas são esperados e fazem parte do processo natural de recuperação. Com o uso correto das medicações prescritas e uma alimentação adequada, a dor diminui dia após dia até desaparecer completamente.
Cuidados que ajudam a aliviar a dor após operar as amígdalas
Algumas medidas simples ajudam a tornar o pós-operatório mais tranquilo e confortável:
● Oferecer alimentos frios e macios, como purês, gelatinas e sorvetes, que aliviam a dor e facilitam a deglutição;
● Estimular a hidratação constante, com água, sucos naturais e chás frios, para manter a garganta úmida e evitar irritações;
● Cumprir rigorosamente o uso das medicações prescritas, como analgésicos e anti-inflamatórios, conforme orientação médica;
● Evitar alimentos ácidos, quentes ou duros, que podem irritar a garganta durante os primeiros dias;
● Garantir repouso e sono adequado, permitindo que o corpo se recupere de forma natural e confortável.
Com esses cuidados, a recuperação após operar as amígdalas costuma ser tranquila, e o desconforto desaparece completamente em cerca de uma semana.
Sim! É totalmente verdade que operar as amígdalas pode melhorar de forma significativa o sono e a respiração da criança. Quando as amígdalas estão aumentadas ou inflamadas de forma crônica, elas podem obstruir parcialmente a passagem de ar na garganta — o que causa roncos, pausas respiratórias e um sono agitado. Após a cirurgia, a respiração se torna mais livre, o descanso é mais profundo e o bem-estar da criança melhora consideravelmente.
Durante a infância, é comum que as amígdalas cresçam como parte do desenvolvimento natural do sistema imunológico. No entanto, em alguns casos, esse aumento é excessivo e prejudica o fluxo de ar. Essa condição é conhecida como hipertrofia das amígdalas, e é uma das causas mais comuns para indicar a necessidade de operar as amígdalas, especialmente quando a criança apresenta infecções na garganta recorrentes associadas a distúrbios respiratórios durante o sono.
Como operar as amígdalas melhora o sono e a respiração
Ao operar as amígdalas, o médico elimina o tecido que estava obstruindo a passagem de ar. Isso faz com que o ar circule livremente pelas vias respiratórias e que o organismo consiga descansar de forma adequada durante a noite.
Os principais efeitos positivos após operar as amígdalas incluem:
● Diminuição dos roncos: a passagem do ar deixa de ser bloqueada, e o som da respiração se torna mais silencioso e natural;
● Fim das pausas respiratórias: a criança deixa de ter episódios de apneia do sono, voltando a respirar com regularidade;
● Sono mais profundo e reparador: com a respiração livre, o corpo descansa melhor, e a criança acorda mais disposta;
● Melhora da oxigenação: a respiração adequada garante que o cérebro e o corpo recebam a quantidade ideal de oxigênio durante o sono;
● Redução das infecções na garganta: ao eliminar o foco inflamatório, as crises se tornam muito mais raras ou desaparecem completamente.
Essas melhorias têm reflexo direto na rotina: a criança passa a ter mais energia, concentração, bom humor e desenvolvimento saudável.
Sinais de que as amígdalas podem estar afetando o sono
Os pais podem observar alguns comportamentos que indicam a necessidade de avaliar a possibilidade de operar as amígdalas. Entre os sinais mais comuns estão:
● Ronco alto e frequente durante o sono;
● Pausas curtas na respiração (apneia do sono);
● Sono agitado ou despertares noturnos;
● Boca aberta ao dormir ou respirar pela boca durante o dia;
● Cansaço, irritabilidade e falta de concentração diurna.
Esses sintomas são sinais claros de que as amígdalas aumentadas podem estar interferindo na respiração, no descanso e até no desenvolvimento infantil. Nesses casos, o otorrinolaringologista pode indicar operar as amígdalas como forma de devolver o equilíbrio à saúde respiratória.
Cuidar das amígdalas é essencial para a saúde das crianças. Quando as infecções na garganta são frequentes e prejudicam o bem-estar, operar as amígdalas pode ser o melhor caminho para garantir mais conforto, respiração livre e qualidade de vida.
Neste blog post, você leu tudo que precisa saber sobre “Quando é Necessário Operar as Amígdalas numa Criança com Muitas Infecções na Garganta”. Falamos sobre quando é realmente necessário operar as amígdalas, quantas infecções na garganta por ano indicam cirurgia, principais sintomas, prevenção, riscos e benefícios, como é feita a cirurgia, recuperação, dor pós-operatória e melhora do sono e da respiração.
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