Conteúdos e materiais
Perceber uma dificuldade para ler — seja nas legendas da TV, nas mensagens do celular ou em um livro — pode ser um sinal de que está na hora de procurar um oftalmologista. Muitas pessoas adiam essa decisão acreditando que o problema é passageiro, mas, na maioria dos casos, a avaliação de um oftalmologista é fundamental para identificar o que está por trás dessa dificuldade para ler.
Na Clínica Salute, trabalhamos todos os dias para garantir um atendimento de confiança e qualidade, com oftalmologistas experientes e tecnologia de ponta para cuidar da sua visão. Nosso compromisso é com a sua saúde ocular — afinal, enxergar bem é essencial para o seu bem-estar e para o desempenho nas atividades diárias.
Veja a seguir os tópicos que serão abordados neste blog post sobre “Tenho Notado Dificuldade para Leitura, Devo Procurar um Oftalmologista?”.
1. O que pode causar dificuldade para ler e quando é hora de procurar um oftalmologista
2. Como o oftalmologista identifica as causas da dificuldade para ler em adultos e idosos
3. Quais são os principais sinais visuais que indicam a necessidade de consultar um oftalmologista
4. A dificuldade para ler pode estar relacionada ao uso excessivo de telas ou à vista cansada?
5. Existem exames específicos que o oftalmologista faz para identificar a dificuldade para ler
6. O uso de óculos pode resolver a dificuldade para ler detectada pelo oftalmologista
7. Quando a dificuldade para ler é sinal de doenças oculares mais graves
8. Conclusão
Continue a leitura e descubra tudo sobre “Tenho Notado Dificuldade para Leitura, Devo Procurar um Oftalmologista?”. Entenda as principais causas da dificuldade para ler, quando procurar um oftalmologista e como cuidar melhor da sua visão com o apoio da Clínica Salute.
Perceber uma dificuldade para ler — seja ao tentar focar em letras pequenas, nas mensagens do celular ou nas legendas da TV — é um sinal de que algo pode estar mudando na sua visão. Esse sintoma é mais comum do que se imagina e pode surgir em qualquer fase da vida. No entanto, apenas um oftalmologista é capaz de identificar com precisão o que está por trás dessa dificuldade para ler e indicar o tratamento adequado.
Muitas pessoas adiam a consulta com o oftalmologista acreditando que a visão cansada é algo natural ou passageiro. Mas a verdade é que o incômodo constante ao ler pode estar relacionado a condições que exigem correção imediata.
Principais causas de dificuldade para ler, segundo o oftalmologista:
● Miopia: o oftalmologista explica que a miopia faz com que objetos distantes fiquem embaçados, mas também pode causar dificuldade para ler quando há esforço prolongado dos olhos. O leitor tende a se aproximar excessivamente do material, gerando fadiga ocular e dor de cabeça.
● Hipermetropia: é uma das causas mais comuns de dificuldade para ler. O oftalmologista destaca que o olho precisa fazer mais esforço para focar em textos próximos, o que provoca cansaço e visão turva. Pessoas com hipermetropia frequentemente sentem os olhos pesados após alguns minutos de leitura.
● Astigmatismo: o oftalmologista observa que o astigmatismo distorce a visão, fazendo com que letras pareçam borradas, duplicadas ou tremidas. Essa condição pode causar dificuldade para ler tanto de perto quanto de longe, prejudicando o foco e a nitidez.
● Presbiopia (vista cansada): geralmente aparece após os 40 anos e é uma das principais razões para buscar um oftalmologista. O paciente percebe que precisa afastar o texto para enxergar melhor, um sinal clássico de dificuldade para ler de perto.
● Olho seco: o oftalmologista explica que o ressecamento ocular causa ardência, lacrimejamento e sensação de areia nos olhos, dificultando a leitura prolongada. O uso de telas, ar-condicionado e baixa umidade agravam o quadro, tornando a dificuldade para ler ainda mais evidente.
● Uso excessivo de telas: segundo os oftalmologistas, o tempo prolongado diante de computadores e celulares causa fadiga visual digital. O piscar reduzido e a exposição à luz azul resultam em dificuldade para ler, visão embaçada e dores nos olhos ao final do dia.
Essas causas mostram que a dificuldade para ler não deve ser ignorada. Cada sintoma revela um padrão diferente de funcionamento ocular e pode indicar desde simples necessidade de óculos até o início de doenças oculares mais sérias, como glaucoma ou degeneração macular.
Com o passar do tempo, é natural que os olhos sofram pequenas alterações. Em adultos e idosos, a dificuldade para ler costuma surgir de forma gradual — muitas vezes percebida quando é preciso afastar o livro, aumentar o brilho do celular ou piscar várias vezes para enxergar com nitidez. Nesses casos, apenas um oftalmologista pode identificar a origem exata do problema e indicar o tratamento adequado.
O papel do oftalmologista é fundamental, pois a dificuldade para ler pode ter diversas causas: desde simples erros de refração até doenças oculares que exigem atenção especial. O diagnóstico correto depende de uma avaliação clínica detalhada, com exames específicos e análise completa da saúde ocular.
Como o oftalmologista faz o diagnóstico da dificuldade para ler
Durante a consulta, o oftalmologista investiga os sintomas relatados pelo paciente e realiza uma série de exames que ajudam a entender o funcionamento dos olhos. O processo é indolor, rápido e essencial para definir a melhor conduta.
Veja como o oftalmologista identifica as causas da dificuldade para ler:
● Anamnese detalhada: o oftalmologista começa conversando com o paciente para compreender quando a dificuldade para ler começou, quais situações pioram o desconforto (telas, luz forte, pouca luz, leitura prolongada) e se há histórico familiar de doenças oculares. Essas informações ajudam o oftalmologista a direcionar os exames e identificar padrões de visão relacionados à idade ou ao estilo de vida.
● Exame de acuidade visual: é o teste em que o paciente lê letras de tamanhos variados. O oftalmologista avalia a capacidade de enxergar de perto e de longe, verificando se há necessidade de correção com óculos. Em adultos e idosos, esse exame é essencial para detectar presbiopia, uma das causas mais frequentes de dificuldade para ler após os 40 anos.
● Refração automatizada e manual: o oftalmologista utiliza equipamentos precisos para determinar o grau exato dos olhos e medir a presença de miopia, hipermetropia e astigmatismo. Esses erros de refração são responsáveis por grande parte dos casos de dificuldade para ler, e o ajuste correto das lentes melhora significativamente o conforto visual.
● Avaliação da musculatura ocular: o oftalmologista verifica se os olhos estão alinhados e se a coordenação entre eles está preservada. Alterações na musculatura podem causar fadiga visual e dificuldade para ler por tempo prolongado, além de visão dupla ou sensação de cansaço.
● Exame de fundo de olho (fundoscopia): com equipamentos de alta precisão, o oftalmologista analisa a retina, o nervo óptico e os vasos sanguíneos oculares. Esse exame é essencial para detectar doenças como glaucoma, degeneração macular e retinopatia diabética, que podem causar dificuldade para ler de forma progressiva.
● Tonometria ocular: mede a pressão interna dos olhos. O oftalmologista utiliza esse teste para verificar sinais de glaucoma, uma doença silenciosa que pode afetar a visão central e prejudicar a leitura.
A visão é um dos sentidos mais utilizados no dia a dia, e qualquer alteração pode afetar diretamente a qualidade de vida. Pequenas mudanças, que muitas vezes passam despercebidas, podem indicar a necessidade de procurar um oftalmologista. Entre esses sinais, a dificuldade para ler é um dos mais comuns — e um dos que mais merecem atenção.
Ignorar sintomas visuais pode agravar problemas simples e comprometer a saúde ocular a longo prazo. Por isso, é importante estar atento aos sinais que o corpo dá e buscar a orientação de um oftalmologista assim que algo parecer diferente.
Sinais de que você deve procurar um oftalmologista imediatamente
Um oftalmologista explica que a dificuldade para ler costuma vir acompanhada de outros sintomas visuais sutis, que podem indicar tanto o início da vista cansada (presbiopia) quanto doenças mais complexas, como glaucoma e degeneração macular.
Confira os principais sinais que indicam a hora certa de marcar uma consulta com um oftalmologista:
● Visão embaçada ao ler: se as letras parecem borradas, duplicadas ou tremidas, é sinal de que o foco visual está alterado. O oftalmologista pode identificar se a dificuldade para ler está relacionada a astigmatismo, hipermetropia ou presbiopia. Muitas pessoas tentam compensar o problema afastando o texto, mas isso pode agravar o cansaço ocular.
● Necessidade de mais luz para ler: quando a leitura exige mais iluminação do que o normal, o oftalmologista recomenda uma avaliação detalhada, pois essa pode ser uma indicação de fadiga ocular ou redução da sensibilidade à luz causada pela idade.
● Cansaço e dor de cabeça ao ler: dores de cabeça recorrentes, especialmente após longos períodos de leitura ou uso de telas, são um dos principais sinais de esforço visual excessivo. O oftalmologista explica que isso ocorre quando o cérebro tenta compensar o foco inadequado, gerando tensão nos músculos oculares.
● Olhos lacrimejando, coçando ou ardendo: sintomas de irritação ocular podem ser causados por olho seco ou alergias. O oftalmologista pode identificar a origem e indicar o tratamento adequado, evitando que a dificuldade para ler piore.
● Visão flutuante ou sensação de manchas: ver pequenas sombras, pontos escuros ou áreas turvas no campo de visão é um sinal que merece atenção imediata do oftalmologista. Esses sintomas podem indicar alterações na retina ou início de doenças que comprometem a visão central — e, consequentemente, a leitura.
● Necessidade de afastar o livro ou celular: um dos sinais clássicos da presbiopia, que o oftalmologista identifica com frequência em pacientes a partir dos 40 anos. Essa dificuldade para ler de perto é facilmente corrigida com óculos ou lentes adequadas, devolvendo o conforto visual ao paciente.
● Sensação de vista cansada ao final do dia: se você percebe que ler à noite se torna mais difícil, mesmo com boa iluminação, o oftalmologista explica que pode haver alteração na acomodação ocular ou ressecamento da superfície dos olhos.
Outros sintomas que indicam que é hora de consultar um oftalmologista
Além da dificuldade para ler, outros sinais merecem avaliação oftalmológica, mesmo que pareçam leves no início:
● Dificuldade para enxergar objetos de longe (ao dirigir ou assistir TV).
● Sensibilidade exagerada à luz ou reflexos.
● Necessidade constante de apertar os olhos para focar.
● Alterações repentinas na nitidez da visão.
● Histórico familiar de glaucoma, catarata ou degeneração macular.
O oftalmologista reforça que muitos problemas oculares evoluem lentamente e podem não causar dor, mas afetam gradualmente a capacidade de leitura e o conforto visual. O diagnóstico precoce é o segredo para preservar a visão e manter a qualidade de vida.
Sim — e essa é uma das causas mais comuns de dificuldade para ler atualmente, tanto em jovens quanto em adultos e idosos. O uso constante de celulares, computadores e tablets faz com que os olhos trabalhem de forma intensa e contínua, resultando em cansaço visual, ressecamento e desconforto.
O oftalmologista explica que, ao passar muito tempo olhando para telas, o número de piscadas diminui e o foco ocular fica fixo em uma distância curta. Isso gera fadiga nos músculos dos olhos e pode causar sintomas como dificuldade para ler, visão turva, sensação de areia, ardência e até dor de cabeça.
Além disso, a vista cansada — também chamada de presbiopia — é uma condição natural que aparece com o envelhecimento e afeta a capacidade de enxergar de perto. A combinação da presbiopia com o uso excessivo de telas intensifica ainda mais a dificuldade para ler, exigindo acompanhamento regular de um oftalmologista.
Como o uso excessivo de telas provoca dificuldade para ler
O oftalmologista destaca que o estilo de vida atual, marcado por horas de exposição a dispositivos digitais, tem aumentado significativamente os casos de fadiga ocular digital. Essa condição está diretamente ligada à dificuldade para ler por longos períodos.
Veja como o excesso de telas afeta sua visão:
● Piscar menos: o oftalmologista observa que, ao usar telas, as pessoas piscam cerca de 60% menos do que o normal. Isso reduz a lubrificação dos olhos e causa ressecamento, ardência e visão borrada — sintomas que agravam a dificuldade para ler.
● Foco fixo e prolongado: manter o olhar em uma mesma distância (como a do monitor ou celular) cansa os músculos oculares responsáveis pelo foco. O resultado é sensação de peso nos olhos e dificuldade para ler por tempo prolongado.
● Luz azul emitida por telas: a exposição contínua à luz azul digital causa irritação ocular, perturba o sono e intensifica a fadiga visual. O oftalmologista alerta que esse tipo de luz acelera o desgaste da visão de perto.
● Postura inadequada: além do esforço visual, o uso prolongado de telas em posições incorretas pode causar dores de cabeça, tensão no pescoço e ainda mais dificuldade para ler.
Esses fatores, somados, provocam o que os oftalmologistas chamam de síndrome da visão computacional, um conjunto de sintomas resultante da sobrecarga visual digital.
Vista cansada: uma das principais causas de dificuldade para ler após os 40 anos
O oftalmologista explica que, após os 40 anos, a presbiopia (ou vista cansada) passa a ser a principal causa da dificuldade para ler. Ela acontece porque o cristalino — lente natural dos olhos — perde elasticidade, dificultando o foco em objetos próximos.
A vista cansada não é uma doença, mas uma alteração natural da visão. Ainda assim, o acompanhamento de um oftalmologista é indispensável para identificar o grau exato da limitação e indicar a melhor solução óptica.
Entre os sintomas mais relatados pelos pacientes estão:
● Necessidade de afastar o texto para conseguir focar;
● Cansaço visual ao ler por alguns minutos;
● Dor de cabeça após leitura ou uso de telas;
● Sensação de que as letras ficam menores ou turvas;
● Melhora momentânea ao piscar ou trocar a iluminação.
O oftalmologista da Clínica Salute reforça que a dificuldade para ler causada pela presbiopia pode ser facilmente corrigida com óculos adequados, lentes multifocais ou lentes ocupacionais, dependendo da rotina e das necessidades visuais de cada pessoa.
Sim. Quando o paciente relata dificuldade para ler, o oftalmologista realiza uma série de exames clínicos e tecnológicos para identificar a causa exata do problema. Esses testes permitem avaliar o grau de refração, a coordenação ocular, a saúde da retina e a presença de possíveis doenças que comprometem o foco visual.
Cada exame é fundamental para que o oftalmologista compreenda se a dificuldade para ler está relacionada a erros refrativos (como miopia, hipermetropia ou astigmatismo), à vista cansada (presbiopia), ou a condições mais complexas, como glaucoma e degeneração macular.
Na Clínica Salute, os oftalmologistas utilizam equipamentos modernos e exames de alta precisão para chegar a diagnósticos rápidos e confiáveis, garantindo conforto, segurança e tratamento adequado para cada paciente.
Principais exames realizados pelo oftalmologista para diagnosticar a dificuldade para ler
Durante a consulta, o oftalmologista seleciona os exames mais indicados conforme os sintomas relatados. A seguir, veja os principais testes que ajudam a identificar a origem da dificuldade para ler:
● Exame de acuidade visual: o oftalmologista mede a capacidade dos olhos de enxergar letras e símbolos em diferentes tamanhos e distâncias. É o exame básico e essencial para avaliar a nitidez da visão de perto e de longe, detectando dificuldade para ler causada por alterações no foco.
● Refração automatizada e manual: o oftalmologista utiliza aparelhos específicos para determinar o grau exato dos olhos e identificar se há miopia, astigmatismo ou hipermetropia. Esse exame é o principal para indicar a necessidade de óculos ou lentes corretivas, especialmente quando a dificuldade para ler é constante.
● Teste de visão de perto: avalia a capacidade dos olhos de focar em objetos próximos, como livros e telas. O oftalmologista usa esse exame para confirmar casos de presbiopia (vista cansada), comum em adultos a partir dos 40 anos.
● Topografia de córnea: o oftalmologista analisa o formato e a curvatura da córnea, identificando irregularidades que podem causar distorções visuais e dificuldade para ler. Esse exame é importante para quem tem astigmatismo irregular ou sintomas persistentes mesmo com óculos atualizados.
● Exame de motilidade ocular: avalia se os olhos se movimentam de forma coordenada e se os músculos oculares estão equilibrados. Quando há desequilíbrio, o paciente pode sentir cansaço, visão dupla e dificuldade para ler por longos períodos.
● Fundoscopia (ou exame de fundo de olho): o oftalmologista observa o nervo óptico, os vasos sanguíneos e a retina, verificando se há doenças que afetam a visão central. É essencial em pacientes com diabetes, hipertensão ou histórico familiar de glaucoma, pois essas condições podem causar dificuldade para ler de forma progressiva.
● Tonometria ocular: mede a pressão interna dos olhos, sendo o principal exame para detectar glaucoma. Essa doença, quando não tratada, pode comprometer a visão e dificultar a leitura, mesmo em fases iniciais.
● Retinografia digital: captura imagens detalhadas do fundo do olho. O oftalmologista utiliza essas imagens para acompanhar a evolução da saúde ocular e identificar pequenas alterações que causam dificuldade para ler.
Como o oftalmologista interpreta os resultados dos exames
Após os exames, o oftalmologista analisa os resultados em conjunto, correlacionando sintomas, idade e histórico do paciente. Essa abordagem global permite um diagnóstico preciso da dificuldade para ler e evita tratamentos genéricos.
O profissional avalia:
● Se há necessidade de correção óptica com óculos ou lentes de contato.
● Se a dificuldade para ler está relacionada ao uso excessivo de telas ou à presbiopia.
● Se há sinais de doenças oculares que exigem tratamento clínico ou acompanhamento contínuo.
● Se o problema visual é temporário (por fadiga) ou crônico (por alterações estruturais).
O diagnóstico correto feito por um oftalmologista garante que o tratamento seja personalizado e eficaz, devolvendo nitidez e conforto à leitura.
Em grande parte dos casos, sim. O uso de óculos prescritos por um oftalmologista é uma das formas mais eficazes de corrigir a dificuldade para ler e devolver conforto à visão. Quando a leitura se torna cansativa, o texto parece borrado ou é preciso afastar o livro para enxergar melhor, o problema pode estar relacionado à refração — ou seja, à forma como os olhos focalizam a luz.
O oftalmologista identifica se há necessidade de lentes corretivas por meio de exames detalhados, como o teste de refração e a avaliação da acuidade visual. A partir disso, o profissional prescreve o tipo de óculos mais adequado para cada paciente, considerando idade, rotina e hábitos de leitura.
Como os óculos ajudam a corrigir a dificuldade para ler
O oftalmologista explica que os óculos atuam corrigindo a forma como a luz entra nos olhos, permitindo que as imagens sejam projetadas corretamente na retina. Essa correção óptica elimina o esforço exagerado que os músculos oculares fazem para focar — principal causa da dificuldade para ler.
Veja como diferentes tipos de lentes podem ser indicados pelo oftalmologista, de acordo com a origem da dificuldade para ler:
● Lentes para hipermetropia: o oftalmologista prescreve esse tipo de lente para pessoas que têm dificuldade em enxergar objetos próximos, como letras pequenas. Elas ajudam a ajustar o foco, tornando a leitura mais nítida e natural.
● Lentes para astigmatismo: corrigem a visão distorcida, que faz com que letras pareçam tremidas ou borradas. O oftalmologista avalia o grau e o eixo da curvatura da córnea para personalizar as lentes, garantindo maior conforto visual durante a leitura.
● Lentes multifocais ou progressivas: indicadas pelo oftalmologista quando há presbiopia (vista cansada) — comum após os 40 anos. Essas lentes possibilitam enxergar bem de perto, de longe e a média distância sem precisar trocar de óculos.
● Lentes ocupacionais: recomendadas para quem passa longas horas diante de telas. O oftalmologista orienta seu uso para reduzir o cansaço visual e melhorar o foco durante o trabalho e a leitura digital.
● Lentes com filtro de luz azul: o oftalmologista indica para pessoas que leem muito em celulares, tablets e computadores. O filtro protege os olhos da radiação emitida pelas telas e ajuda a aliviar a dificuldade para ler causada pelo excesso de exposição digital.
Principais benefícios de usar óculos indicados pelo oftalmologista
Usar óculos corretamente ajustados, conforme orientação do oftalmologista, traz ganhos imediatos e perceptíveis à qualidade de vida.
Entre os principais benefícios estão:
● Melhora imediata da nitidez: a leitura se torna mais clara e sem esforço.
● Redução da fadiga ocular: os olhos descansam, mesmo após longos períodos de leitura.
● Menos dor de cabeça e ardência: sintomas causados por esforço visual desaparecem.
● Prevenção de agravamento do problema: o acompanhamento do oftalmologista evita que a dificuldade para ler evolua para quadros mais sérios.
● Ajuste personalizado: o oftalmologista considera o formato do rosto, distância de leitura e rotina do paciente para escolher o modelo ideal.
Além disso, o uso correto dos óculos melhora o desempenho no trabalho, na leitura e nas atividades cotidianas, devolvendo ao paciente o prazer de enxergar com clareza.
Embora a maioria dos casos de dificuldade para ler esteja associada a causas simples, como presbiopia (vista cansada) ou necessidade de óculos, o oftalmologista alerta que esse sintoma também pode indicar doenças oculares mais graves — especialmente quando surge de forma repentina, progressiva ou acompanhada de outros sinais visuais.
Por isso, é essencial não ignorar a dificuldade para ler, principalmente se ela estiver associada a visão turva, manchas escuras, linhas distorcidas ou dor nos olhos. O acompanhamento com um oftalmologista é a forma mais segura de detectar precocemente qualquer alteração que possa comprometer a visão a longo prazo.
Principais doenças oculares que podem causar dificuldade para ler
O oftalmologista explica que diversas doenças afetam a região central da visão — responsável pela leitura — e, quando não diagnosticadas a tempo, podem causar perda visual irreversível. Entre as principais condições que provocam dificuldade para ler, destacam-se:
● Degeneração macular relacionada à idade (DMRI): É uma das principais causas de dificuldade para ler em idosos. A doença atinge a mácula, região da retina responsável pela visão central e detalhada. O oftalmologista observa que o paciente começa a perceber as letras distorcidas, tortas ou com manchas escuras no centro do texto. O diagnóstico precoce permite retardar a evolução da doença e preservar a capacidade de leitura.
● Glaucoma: Conhecido como “ladrão silencioso da visão”, o glaucoma pode causar dificuldade para ler de forma sutil no início. O oftalmologista explica que a pressão elevada dentro dos olhos danifica o nervo óptico, comprometendo gradualmente o campo visual. Sem tratamento, o paciente perde a visão periférica e, com o tempo, tem dificuldade em acompanhar linhas de texto ou perceber palavras inteiras.
● Retinopatia diabética: Ocorre em pacientes com diabetes e afeta os vasos sanguíneos da retina. O oftalmologista destaca que a visão passa a ficar borrada, com manchas escuras que dificultam a leitura e a identificação de letras. Controlar o diabetes e fazer exames oftalmológicos regulares é essencial para evitar a progressão dessa condição.
● Catarata: Causa o embaçamento gradual do cristalino, tornando as imagens opacas e desfocadas. O oftalmologista relata que o paciente sente dificuldade para ler, especialmente em ambientes com pouca luz, e percebe que as cores parecem desbotadas. A cirurgia de catarata devolve a nitidez da visão e melhora significativamente a capacidade de leitura.
● Neuropatia óptica: É uma inflamação ou lesão no nervo óptico, que transmite as imagens da retina ao cérebro. O oftalmologista observa que o paciente pode sentir dificuldade para ler de forma súbita, acompanhada de dor ao movimentar os olhos e perda parcial da visão.
Essas condições exigem diagnóstico e acompanhamento cuidadoso, pois a dificuldade para ler pode ser apenas o primeiro sinal de algo mais sério.
Cuidar da visão é fundamental em todas as fases da vida. Neste blog post, você leu tudo que precisa saber sobre “Tenho Notado Dificuldade para Leitura, Devo Procurar um Oftalmologista?”.
Falamos sobre o que pode causar dificuldade para ler e quando procurar um oftalmologista, como o oftalmologista identifica as causas da dificuldade para ler, quais sinais indicam a necessidade de consulta, a relação entre telas e vista cansada, os exames realizados, o uso de óculos e quando a dificuldade para ler pode ser sinal de doenças oculares mais graves.
Conteúdo desenvolvido pela Clínica Salute.
Na Clínica Salute, você encontra oftalmologistas experientes, atendimento todos os dias — inclusive em feriados — e tecnologia de ponta para cuidar da sua visão. Agende sua consulta e veja o mundo com mais clareza.
Entre em contato agora mesmo com a Clínica Salute e marque sua avaliação com um oftalmologista de confiança.
Sempre perto de você — em Porto Alegre, Gravataí, Canoas, Alvorada e Cachoeirinha.
Tenho Notado Dificuldade para Leitura, Devo Procurar um Oftalmologista?
